Biografia

Quem é Augusto Silveira

Nascido em 1954, na cidade de Tutóia no Estado do Maranhão. Veio para o Rio de Janeiro aos dois anos de idade.

Silveira é artista plástico, dentista e militante e dirigente do Partido Verde.

Fundou e atualmente preside o Instituto Socioambiental Pensamento Ecológico e o IIAN (Instituto Internacional de Arte Naif).

Desde cedo teve contato com a arte por acompanhar sua tia - a pintora naif Elisa Martins da Silveira - nas reuniões do ‘Grupo Frente’, capitaneado pelo artista plástico Ivan Serpa, e tendo como participantes Aluísio Carvão, Hélio Oiticica, Lygia Clark, Lygia Pape, entre outros.

Augusto fez seu primeiro curso de pintura no Museu de Arte Moderna (MAM) ainda criança, ministrado por Ivan Serpa.

Frequentou, também, cursos de pintura e gravura na Escola de Artes Visuais (EAV) no Parque Lage (RJ), quando então era diretor, o crítico de arte Frederico de Moraes.

Está envolvido em trabalho experimentais de multimídia em parceria com o especialista em comunicação digital e poeta, Álvaro Nassaralla.

No dia 17 de janeiro de 2014, no auditório da Livraria da Travessa (Shopping Leblon), lançou a apresentação em vídeo intitulado "O Dito e o Visto: Ode à Criação Libertária", composta por 38 fotogravuras acompanhadas por 40 textos poético-filosóficos. 



- Exposição de fotogravuras no Sarau da Casa da Gávea, em fevereiro de 2014.

- Apresentação do vídeo "O Dito e o Visto: Ode à Criação Libertária", e amostra de 5 fotogravuras, na sede do Partido Verde - Niterói em março de 2014.


- Exposição de fotogravuras na loja DATA PIXCELL, no Shopping Leblon / Rio de Janeiro em 2014. 

- Exposição de 14 fotogravuras na Galeria Città, Shopping Città América, Barra da Tijuca (RJ), em setembro de 2014.


CRÍTICA DA OBRA DO ARTISTA



Detalhe das hachuras
Assistindo José Augusto Silveira criar novas gravuras, com esferográficas de várias cores e colorindo em pequenos trechos fiados para preencher o branco com cores, veio-me a expressão que considero mais significativa para descrever o seu estilo. Chamo-o de ‘tapeçaria esferográfica’.

Progressivamente, Zé Augusto vai sentindo e preenchendo os espaços, determinando movimentos às cores com seu traçado curto e paralelo, crescendo calmamente a harmonia pictórica por toda a superfície ainda em branco.

Esse processo me faz pensar que o ponto mínimo , o pixel, é uma ilusão criada para imaginarmos como as imagens podem ser reduzidas a pigmentos coloridos. No seu caso, Silveira utiliza as hachuras como forma de dar estrutura e ritmo de sua expressão artística.

Texto:

Álvaro Nassaralla
(Editor do IIAN - Instituto Internacional de Arte Naïf)
29/jan/2014
 

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O ESPAÇO DA ARTE

Arte não se compra, se aprecia.
Arte não se olha, se apropria.
O tempo da arte é Um, é lento.
O tempo da compra é outro, é veloz.
O templo do consumo é o shopping.
O espaço da arte é o sentimento.

José Augusto Silveira

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